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Cultura Imprimir E-mail
Seg, 10 de Novembro de 2008 09:16

 

 

Caro internauta,

Seja bem-vindo. Ao acessar o nosso site, poderá conhecer e consultar a página cultural do País, onde há de tudo um pouco nesta fase de reconstrução nacional, após um longo período de instabilidade política e social no qual a paz merecida, hoje estabelecida, promove a produção da riqueza espiritual e material do Povo Angolano.

 



Os portugueses chegaram a Angola em 1482. A sua história desde então, foi recheada de conflitos contra a presença dos portugueses. Em 1961, perante a intransigência do Governo português chefiado por Salazar, os nacionalistas angolanos iniciaram uma luta pela independência nacional que só veio a acontecer em 1975. Infelizmente, o País não conheceu de imediato a paz, devido a uma violenta e atroz guerra civil, que se arrastou até 2002, a 4 de Abril, data da assinatura dos Entendimentos de Paz em que se estabeleceu a Paz duradoura que hoje o País vive. 

A 17 de Setembro comemora-se o Dia do Herói Nacional.

 

Adeus à hora da largada

Minha Mãe
(todas as mães negras cujos filhos partiram)
tu me ensinaste a esperar
como esperaste nas horas difíceis

Mas a vida
matou em mim essa mística esperança

Eu já não espero
sou aquele por quem se espera

Sou eu minha Mãe
a esperança somos nós
os teus filhos
partidos para uma fé que alimenta a vida

 

Hoje
somos as crianças nuas das sanzalas do mato
os garotos sem escola a jogar a bola de trapos
nos areais ao meio-dia
somos nós mesmos
os contratados a queimar vidas nos cafezais
os homens negros ignorantes
que devem respeitar o homem branco
e temer o rico
somos os teus filhos
dos bairros de pretos
além aonde não chega a luz elétrica
os homens bêbedos a cair
abandonados ao ritmo dum batuque de morte
teus filhos
com fome
com sede
com vergonha de te chamarmos Mãe
com medo de atravessar as ruas
com medo dos homens
nós mesmos

 

Amanhã
entoaremos hinos à liberdade
quando comemorarmos
a data da abolição desta escravatura

Nós vamos em busca de luz
os teus filhos Mãe
 (todas as mães negras
 cujos filhos partiram)
Vão em busca de vida.

Agostinho Neto (Sagrada esperança)

 

 

 

A peça “O Pensador”, é uma das mais belas esculturas de origem Tchokwe, escola tradicional desenvolvida ao longo de muitos séculos, constituindo hoje o referencial cultural de todos os angolanos, visto tratar-se do Símbolo da Cultura Nacional. Olhando para esta escultura, misturam-se os sentimentos mais diversos e, tentar exprimir a emoção que ela provoca, a estética que lhe é intrínseca, sugere interrogar como admirá-la: se com o olhar de alguém endógeno ao grupo que assumiu como símbolo da sua cultura, ou se admirá-la como alguém capaz de livremente interpretar a sua estética e tecer opiniões a respeito.

Ela representa a figura de um ancião, que pode ser uma mulher ou um homem. Concebida simetricamente, face ligeiramente inclinada para baixo, dimana um subjetivismo intencional.
Em Angola, os idosos ocupam um estatuto privilegiado. Eles representam a sabedoria, a experiência de longos anos, os conhecedores dos segredos da vida.
A peça é o segundo estudo escultórico elaborado a partir do original, furtado das coleções do Museu Nacional de Antropologia, por acções de pirataria de arte.

 

 

Os símbolos da República de Angola são a bandeira, a insígnia e o Hino Nacional.
A Bandeira Nacional
A Bandeira Nacional tem duas cores dispostas em duas faixas horizontais. A faixa superior é de cor vermelho-rubro e a inferior de cor preta representam:
Vermelho-rubro – O sangue derramado pelos angolanos durante a opressão colonial, a luta de libertação nacional e a defesa da pátria.
Preta - O continente africano. No centro, figura uma composição constituída por uma secção de uma roda dentada, símbolo dos trabalhadores e da produção industrial, por uma catana, símbolo dos camponeses, da produção agrícola e da luta armada e por uma estrela, símbolo da solidariedade internacional e do progresso. A roda dentada, a catana e a estrela são de cor amarela, que representam as riquezas do país.
A Insígnia
A insígnia da República de Angola é formada por uma secção de uma roda dentada e por uma ramagem de milho, café e algodão, representando respectivamente os trabalhadores a produção industrial, os camponeses e a produção agrícola.
Na base do conjunto, existe um livro aberto, símbolo da educação e cultura e o sol nascente, significando o novo país. Ao centro está colocada uma catana e uma enxada, simbolizando o trabalho e o início da luta armada. Ao cimo figura a estrela, sómbilo da solidariedade internacional e do progresso.
Na parte inferior do emblema, está colocada uma faixa dourada com a inscrição “República de Angola”.
O Hino Nacional
O Hino Nacional é “ANGOLA AVANTE”.

I
Oh Pátria nunca mais esqueceremos
Os heróis do 4 de Fevereiro
Oh Pátria nós saudamos os teus filhos
Tombados pela nossa independência
II
Honramos o passado a nossa história
Construindo no trabalho o homem novo
Honramos o passado a nossa história
Construindo no trabalho o homem novo
Refrão
Angola avante revolução
Pelo poder popular
Pátria unida, liberdade
Um só povo, uma só nação
III
Levantemos nossas vozes libertadas
Para glória dos povos africanos
Marchemos combatentes angolanos
Solidários com os povos oprimidos
IV
Orgulhosos lutaremos pela paz
Com as forças progressistas do mundo
Orgulhosos lutaremos pela paz
Com as forças progressistas do mundo
Refrão
Angola avante revolução
Pelo poder popular
Pátria unida, liberdade
Um só povo, uma só nação


 
 Bonga reconhece que música angolana tem qualidade para o mercado internacional


23-08-2008
Música angolana tem abertura do mercado internacional


Luanda
- O músico angolano Barceló de Carvalho “Bonga” disse, em Luanda, que a música nacional tem qualidade melódica e rítmica que permite a conquista e sua consequente afirmação no mercado europeu, em particular, e mundial em geral.
Segundo disse, é uma satisfação ouvir, de Lisboa à Paris, música angolana a tocar em rádios, televisões e discotecas sendo ainda referenciada em outros espaços.

“Vamos lutar e dar o nosso máximo para conseguirmos alargar ainda mais o nosso raio de acção e mostrar que temos valores e merecemos uma atenção especial, em África e no mundo em geral", disse.
Para o músico, " este facto só é possível graças ao empenho, dedicação e persistência dos artistas angolanos e das autoridades nacionais que, desde a ascensão da paz , tudo têm feito para colocar Angola na rota da cultura mundial".

O músico enalteceu o empenho do governo no impulso para o desenvolvimento e afirmação da cultura angolana no estrangeiro, com actividades e incentivos financeiros.

“Actualmente o exterior tem os olhos voltados para Angola, graças a qualidade das suas obras", rematou Barceló de Carvalho "Bonga".
Angola Press - www.portalangop.co.ao/




25-08-2008
Escritor Pepetela publica “Contos de Morte”

Luanda
– O escritor angolano Artur Pestana “Pepetela” publica a 27 deste mês em Luanda, o seu novo livro “Contos de Morte”, editado pela Chá de Caxinde. Trata-se de um edição especial para o mercado angolano, depois de já ter sido lançado em Portugal, em Junho deste ano, pelas Edições Nelson de Matos.

Com 94 páginas, o livro reúne alguns contos que, segundo o autor, “percorrem muitos anos e talvez maneiras diferentes de olhar o mundo”.
De nome próprio Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, Pepetela, Prémio Camões de Literatura em 1997, nasceu na província de Benguela, a 29 de outubro de 1941, e é autor de 16 obras, com destaque para “Mayombe – 1980”, “Yaka – 1985 e “Lueji – 1989”.
Angola Press www.portalangop.co.ao/ - 25/08/08




 20-08-2008
Estudante angolano atinge 4° lugar no concurso nacional de redacção.

Luanda – o estudante angolano Oseias Bungo alcançou o 4° lugar na 8ª edição do concurso de redacção das escolas secundárias da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), realizada este ano.
Oséias Bungo, vencedor do concurso nacional de redacção, Edgar Agostinho (2° classificado), e Edhazio Morais (3°), participaram, quarta-feira, na cerimônia de entrega de prémios, promovida pelo Ministério da Educação.
A cerimônia contou com a presença do Ministro angolano da Educação, Burity da Silva, o Vice-Ministro, Pinda Simão, o Secretário de Estado para o Ensino Superior, Adão Nascimento, além de estudantes.
Angola Presse - www.portalangop.co.ao/ 25/08/2008 

24-08-2008
Obra literária

Jurista Lazarino Poulson autografa livros domingo no Belas Shoping
Luanda  – As obras  “Pensar Direito I” e “Pensar Direito II”, do jurista angolano Lazarino Poulson, foram comercializadas e autografadas domingo (dia 24), a partir das 10h00,  no Belas Shoping, em Luanda.
“As obras integram a compilação de um conjunto de artigos escritos no jornal A Capital, e são fruto do contacto com os alunos das faculdades de direito das universidades Agostinho Neto e Lusíadas, tendo como fim sensibilizar a sociedade sobre a importância dos conteúdos jurídicos administrativos”,  sustentou.
Para o jurista, os livros estão escritos num estilo e linguagem algo distanciado dos rigorosos científicos para não dificultar a interpretação dos leitores, muitos dos quais leigos em matéria de direito.
Lazarino dos Martires André Poulson, nasceu em Luanda, a 8 de Fevereiro de 1973. Licenciado em Direito na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, especializou-se em Direito Constitucional. O autor é vencedor dos prémios “Democracia e Direito”, no ano lectivo 1997/1998, “Prémio Chevron” em 1998/1999 e o de melhor trabalho com a peça “Crítica ao Ante-projecto de Lei de Terras” em 2002/2003
Angola Press - www.portalangop.co.ao/
Última atualização ( Seg, 10 de Novembro de 2008 09:54 )
 

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